quinta-feira, 13 de setembro de 2012

FILME DESOBERTO PODE SER O PRIMEIRO A CORES

Um filme de 1901 encontrado em um museu britânico pode ser o primeiro registro de imagens em movimento e em cores, informa o jornal "The Guardian"
O National Media Museum, em Bradford, na Inglaterra, diz ter encontrado rolos de 190, produzidos pelo fotógrafo Edward Turner, que podem ser a primeira experiência em filmes a cores da história. "Nós acreditamos que isso vai reescrever a história dos filmes", disse o curador Paul Goodman.
Até então, o "Kinemacolor", de 1909, era considerado o primeiro experimento do tipo.

National Media Museum/Associated Press
Cena do filme de 1901
Cena do filme de 1901
As imagens mostram cenas cotidianas, como um peixe em um aquário e pequenas ações com as três filhas de Turner. Há ainda imagens de soldados marchando no Hyde Park e o tráfego de Londres.
O filme fazia parte da coleção de um empresário norte-americano que doou seus arquivos ao Museu de Ciência londrino, em 1937. Os filmes de Turner foram descobertos quando transferidos de Londres para Bradford, há três anos.
Um vídeo que explica o processo de composição do filme foi divulgado hoje pelos restauradores do museu.

domingo, 9 de setembro de 2012

ARTE E CONSUMO - CRÍTICA DE ARTE


Arte e Consumo

Artistas "contemporâneos" procuram utilizar-se com mais constância de uma estratégia estética voltada para métodos e instrumentos que as indústrias de serviços midiáticos oferecem.

Com esse direcionamento, a arte atrela-se a uma reprodução de formas e cores já existentes, com raras exceções. As tentativas realizadas nesse âmbito caracterizam e impõem uma estética não raro, hermética e subjetiva. A partir da década de 1980 tal conceito tornou-se um modismo "legitimado", tanto pelos aparatos da crítica, quanto pelo circuito da arte e do próprio artista. A globalização misturou abstrações "modernistas" e improvisações que apenas produzem contatos com a nova tecnologia vigente como o vídeoarte, entre outras realizações inventivas.

 O autêntico significado da tarefa artística é deixado de lado em decorrência da pretensão de que haja uma pratica relacional ou uma ideia consistente inserida nas obras que aderem a essa tática. A mercantilização do ato estético, inventivo, e criador no caso são notórios, já que  busca apenas uma apelo "espetacular”em que o dado inovador se subtrai ou, não completa seu objetivo.

Na realidade, as relações humanas deveriam estar inclusas no vetor de uma realização plástica com identidades e propostas que permitissem que o individual marcasse o estilo do produtor, do criador seja questionado no nível da existência humana e não dos modismos atrelados e subjugados ao consumo.

Há a intenção de que o público participe? Sim, este é o ponto crucial para que o modelo seja apreciado. Boa parte dessa nova produção volta-se à filmagem, fotografia, gravação, performace. Objetivamente, são discursos e conceitos cada vez mais presentes no cenário dos movimentos dinâmicos da criação.

Tanto no Brasil como em outros países,  os chamados "coletivos artísticos" incluem, principalmente, as estratégias de grupo e possuem um sistema operacional diferenciado ao apresentarem o "novo".

 Por vezes, esses discursos/conceitos tornam-se enfadonhos em demasia e afastam o criador da liberdade de vivenciar seu momento através de um mergulho individual inventivo onde o elemento dionisíaco se intercale com o apolíneo, bem de acordo com o pensamento de Nietzsche.


 De certa forma, as políticas sociais mantidas pelas instituições públicas e privadas, ora em vigor, contribuem para que o artista se submeta tais mecanismos impositivos e opte por segmentos criativos referentes à feitura da sua obra. Contudo, diante das injunções ele, nem sempre consegue plenamente desenvolver uma linguagem que monte estruturas para a formulação de  idéias inovadoras.

Nas últimas décadas, houve, entretanto  significativas insistências nas práticas artísticas. Os “novos mestres” optaram por essa postura, na intenção de irem de encontro a conceitos mais acadêmicos e a suportes artísticos tradicionais.

É válido, pois, ressaltar que as curadorias estão coligadas, às captações de recursos e que por isso, passam maior parte do seu tempo moldadas a essas estratégias evasivas. Deste modo não se encontram atentas às exposições de qualidade e conteúdo que tragam, verdadeiramente, um retorno formativo de conhecimento mais abrangente para as relações para as interlocuções do Homem com a Arte e com a dinâmica produtiva de seu tempo.
VICENTE DE PERCIA 
REVISTA: FORUM DEMOCRATICO, AGOSTO DE 2012 -

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

SÍNTESE DE "O PRìNCIPE FELIZ DE OSCAR WILDE - de Vicente de Percia -


                                      A VERDADEIRA BELEZA
Uma estátua coberta de ouro, com olhos de safira, espada adornada com rubis feita pela cidade e colocada em destaque em um local alto, em homenagem ao PRÍNCIPE FELIZ, jovem, que durante a sua vida nunca se preocupou com a miséria e os problemas alheios.
Uma Andorinha perde-se do seu bando e passa a viver com a estátua, uma hóspede perdida das emigrantes.
Diante do sofrimento do Príncipe em ver a verdadeira situação do seu povo e querer resolvê-la, a Andorinha cede aos seus desejos e começa a doar com o consentimento dele, para os mais necessitados tudo de valor que seu corpo possuía até ficar totalmente desprovido de qualquer riqueza.
O Amor e a Fidelidade da Andorinha pelo Príncipe é tão forte que ela não o abandona para seguir suas companheiras e fugir do terrível inverno que a maltrata violentamente. Com essa escolha sela seu destino e amor e com um beijo, morre aos pés da estátua, do seu amado Príncipe.
A pompa e suntuosidade que adornavam a estátua colocada na cidade, na colina, pelas autoridades e seus governantes era mais que o símbolo da vaidade, pois eles não se preocupavam com o sofrimento alheio é esqueciam-se que a verdadeira beleza é a generosidade humana.
OSCAR WILDE fascina com este conto atualíssimo as crianças, os adolescentes e adultos. É um encantamento onde o belo está nas coisas mais simples, nas atitudes corretas e nos ensinamentos humanísticos que também, chegam-nos no hábito cultivar a leitura.

Vicente de Percia
Síntese de minha autoria em função de uma tradução que fiz do conto " O Príncipe Feliz de Oscar Wilde

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

ARQUITETURA URBANA


Em cidades como San Francisco e Chicago, mudanças na legislação já permitem surgimento de pequenas fazendas produtoras. Em pequenos centros, permanece o preconceito
Por Flavia Pardini,
A agricultura urbana talvez seja um das arenas onde a briga entre o velho sistema e as mudanças necessárias para instaurar uma nova forma de viver está mais aparente. Enquanto projetos inovadores para produzir alimentos criam raízes em algumas das capitais americanas, nas pequenas cidades quem quer usar seu jardim para cultivar ainda precisa lutar.É o caso de Karl Tricamo, residente de Ferguson, no estado de Missouri, que travou batalha por meses com a prefeitura da cidade. Em março ele começou a transformar a pequena área na frente da residência que aluga em uma horta orgânica.
“Coloquei uma fileira de flores e amaranto ornamental ao longo da calçada. Pus ervas exuberantes a leste, abóboras e melões a oeste. No meio, fileiras de feijão, vários pimentões, e mais de uma dúzia de tomates diferentes”, conta Karl em seu blog. “Mais perto da casa, duas pequenas áreas de milho, mescladas com feijão, e vários grãos, incluindo chia, linhaça, camelina, gergelim, aveia e amaranto. Mais de 50 espécies e variedades, todas plantadas estrategicamente para beneficiar a si mesmas e a aparência da vizinhança”.O esforço foi em vão. Embora não haja lei municipal proibindo horta no jardim em frente às casas, a cidade determinou que ele retirasse as plantas. Karl sofreu ameaças e acabou recorrendo a um comitê municipal para julgar o caso.
Há duas semanas, o comitê decidiu que o jardim de Karl é legal e determinou que a cidade retire a citação contra ele. Ainda assim, o presidente do comitê disse que a decisão não deve ser vista como apoio à iniciativa do residente: “O comitê sentiu que, tecnicamente, ele tem a lei a seu lado. Mas acho que todos nós concordamos que é feio. Vai contra o senso comum, realmente, colocar uma horta no jardim da frente em vez de no quintal”.
Karl Tricamo não está sozinho. Julie Bass, residente de Oak Park, no estado de Michigan, chegou a enfrentar a possibilidade de ir para a cadeira por 93 dias por ter plantado – e se recusado a destruir – uma horta na frente de casa. Em outro caso, enquanto aguardava julgamento pelas autoridades locais, Denise Morrison teve sua horta destruída por oficiais municipais em Tulsa, Oklahoma.
Enquanto isso, nas grandes cidades, projetos de agricultura urbana florescem, em geral, com apoio das prefeituras. Em Chicago, um projeto bem sucedido é o The Plant, um complexo sistema instalado em um antigo abatedouro, que pratica a piscicultura, cultiva cogumelos e usa a aquaponia para produzir vegetais. The Plant também funciona como uma incubadora de pequenos negócios alimentares.As atividades do The Plant são possíveis graças a alterações na lei sobre agricultura urbana, aprovadas pela cidade de Chicago no ano passado. Além de permitir o uso da aquaponia e da hidroponia, a nova lei aumenta o tamanho permitido para os jardins comunitários, permite a manutenção de abelhas e reduz a burocracia para empreendimentos de agricultura urbana.
Em São Francisco, uma revolução agrícola vai aos poucos se espalhando, impulsionada por mudanças na legislação. A Hayes Valley Farm é um dos projetos mais promissores, instalado onde antes havia uma rampa de acesso à Central Freeway, danificada por um terremoto em 1989. Em 2010, um grupo de permaculturalistas começou a trabalhar no local para torná-lo adequado para o cultivo.

terça-feira, 31 de julho de 2012

AMÉRICA INDÍGENA PRECURSORA DO MUNDO


Surpresa: práticas comunitárias dos povos pré-colombianos anteciparam atitudes de colaboração e compartilhamento que marcam a nascente cultura pós-capitalista
Por Bernardo Gutierrez | Tradução: Daniela Frabasile
A economia compartilhada está em alta. O croud sourcing (compartilhar um trabalho colaborativo com uma multidão que atua em rede) já é conhecido. O croud funding (financiamento coletivo) chegou com muita força em setores como a cultura. A sociedade P2P (peer-to-peer, de pessoa a pessoa) — mais horizontal, participativa e menos fixada em retribuições econômicas, como definem Yochai Benkler ou Michel Bauwens — ilumina o túnel, como uma das possíveis saídas pós-capitalistas. O commons – o bem comum e os bens coletivos – está em pauta. O co-working já não é tendência: é realidade. Infelizmente, há quem só acredite nessas novas práticas e realidades se um guru do Vale do Silício fala sobre elas. E se existe um termo em inglês…
Surpresa: se estudarmos as práticas da América pré-colombiana veremos que todos os indígenas praticavam o crowd funding, crowd sourcing ou as dinâmicas participativas da era 2.0. A chegada dos povos africanos, com uma forte origem coletiva, também transformou a América (principalmente a latina) em um grande território do comum (commons territory, para aqueles que preferirem). A América pré-capitalista era chic, cool e 2.0, não é mesmo? E ainda é. Os indígenas anteciparam-se em vários séculos no que diz respeito à chamada economia do compartilhamento (sharing economy). A mega crise mundial está pressionando a produção a uma mudança irreversível. E o pós-capitalismo tem algumas de suas raízes naquele pré-capitalismo da América indígena.
Nota aos incrédulos: preparei uma rápida revisão de alguns termos e práticas colaborativas dos povos indígenas da América Latina. Que cada um complete e atualize a lista como queira, porque sem dúvida é apenas uma aproximação.

Tequio. É uma forma de trabalho em prol do coletivo muito enraizado na cultura zapoteca. Os integrantes de uma comunidade fornecem material ou sua força de trabalho para realizar uma obra comunitária. Pode ser uma escola, um poço ou uma estrada. O indivíduo não pode ser nunca o único a ser beneficiado pelo tequio. Tem um toque de crowd sourcing, um pouco de crowd funding e muito de commons. O tequio ainda funciona em alguns estados mexicanos. Em Oaxaca, está protegido por uma lei estatal. Existem outros termos para práticas similares, como gozona e o trabalho a mano vuelta.
Potlatch. As tribos indígenas do Pacífico, nos Estados Unidos e Canadá, praticavam um ritual de troca que, na essência, é igual à troca de arquivos peer-to-peer da era digital. O potlatch, usado pelos povos Haida, Tlingit, Tsimshian, Salish, Nuu-chah-nulth, e Kwakiutl, é o peer-to-peer em estado puro. O potlatch não era um escambo. Os povos distribuíam alimentos (principalmente carne de foca e salmão) e riqueza para outras tribos que não tinham vivido um bom ano. Um detalhe importante: alguns colonizadores europeus enriqueceram-se graças ao potlatch. Exatamente como os cantores famosos que, segundo estudos, beneficiam-se da troca de arquivos entre usuários — que alguns empenham-se em chamar de pirataria…
Guelaquetza. A tradição de guelaguetza, do estado mexicano de Oaxaca, lembra uma mescla do tequio e do potlatch. A palavra significa “troca recíproca de presentes e serviços”. Sua prática se tece entre as relações recíprocas que unem as pessoas. É a base de uma rede de cooperação entre famílias e até entre povos e municípios. A guelaguetza deriva também de uma celebração sincrética que acontece na cidade de Oaxaca.
Minga. É um termo quechua que define um mecanismo ancestral de trabalho coletivo, muito comum no norte do Peru e no Equador. O objetivo da comunidade está acima de qualquer benefício individual. A colaboração, acima da competição. É 100% commons economy + crowd sourcing. Não é coincidência que a Cultura Senda, que trabalha com a cultura de rede, tenha realizado recentemente, em Quito, um seminário chamado Open Minga. A minga, segundo o texto da Cultura Senda, “implica no desafio de superar egoísmos, protagonismos, desconfianças, preconceitos e inveja; males que muitas vezes espreitam o trabalho coletivo e a mobilização social”. Além disso, “implica em aprender a escutar e obedecer propondo”.
Ayni. Trata-se de algo com significado muito próximo da minga, que define um sistema de trabalho de reciprocidade familiar entre os membros da ayllu (uma comunidade que trabalha com a propriedade coletiva). O mais comum é trocar trabalhos na agricultura, pastoreio, cozinha ou na construção de casas. Essa tradição continua viva não apenas em muitas comunidades camponesas, mas também na população mestiça no Equador, Bolívia, Peru e Chile. Os bancos de tempo, para troca de serviços no movimento espanhol 15-M por exemplo, têm muito de ayni.
Mutirão. É um termo de origem tupi, usado no Brasil para definir uma mobilização coletiva baseada na ajuda mútua não remunerada. A definição de mutirão na Wikipedia é bastante redonda: “uma expressão usada originalmente para o trabalho no campo e na construção civil de casas populares, em que todos são beneficiários e se ajudam, com um sistema rotativo e sem hierarquia”. É muito usado para ações coletivas não remuneradas como limpeza de parques, ruas , escolas… Para esta prática de ação comunitária existem muitos sinônimos: muxirão, muxirã, muquirão, putirão, putirum, pixurum, ponxirão, punxirão ou puxirum.
Córima. O povo mexicano rarámuri, que vive nas montanhas de Chihuahua, usa o termo córima para definir um ato de solidariedade com alguém que está passando mal. Não oferecer córima a alguém que precisa de ajuda é considerado uma violação de uma obrigação e uma ofensa. A definição também inclui a “prática do bem comum”. Não é muito relacionada à caridade, já que os rarámuri estão longe damoral católica. A máxima autoridade das decisões desse povo é a assembleia, como nos movimentos como 15M, Occupy Wall Street e o mexicano #YoSoy32.
Maloca. É uma casa comunitária utilizada pelas tribos indígenas da região amazônica do Brasil e da Colômbia. Nela, diferentes famílias convivem, Compartilham o lugar de trabalho, da mesma forma que os espaços de co-working. A propriedade é coletiva, como as ocupações (squatter communities) na Europa. O commons dita o dia a dia. De noite, a maloca é um centro de conhecimento. Contam histórias, mitos, lendas. As tendas da campanha da praça Tahir, no Cairo; na Puerta del Sol, de Madri; ou de Zuccotti Park, em Nova York, durante o Occupy Wall Street, poderiam ser a versão tecno dessas casas coletivas na Amazônia.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

RELATOS DE GUERNICA, 75 ANOS DEPOIS


Na cidade espanhola bombardeada por Hitler e Mussolini, um sobrevivente narra as horas da destruição — e fala sobre projeto para converter uma antiga fábrica de armas  em centro cultural
Por Amy Goodman, no Diário da Liberdade
Há 75 anos, a cidade basca de Guernica foi bombardeada e ficou reduzida a escombros. Esse ato brutal inspirou a um dos maiores artistas do mundo a realizar uma pintura para a qual dedicou três semanas de trabalho frenético. Em um óleo de 3,50X7,80 metros, “Guernica”, de Pablo Picasso, mostra de maneira crua os horrores da guerra, refletidos nos rostos das pessoas e dos animais. Não foi o pior ataque da Guerra Civil Espanhola; porém, converteu-se no mais famoso graças ao poder da arte. O impacto de milhares de bombas lançadas sobre Guernica, do fogo das metralhadoras disparadas das aeronaves contra os civis que tentavam fugir do inferno podem ser sentidos até hoje através dos sobreviventes que partilham com entusiasmo suas recordações e também nos jovens de Guernica, que lutam para forjar um futuro para sua cidade, algo distante de sua dolorosa história.
A Legião Condor da Luftwaffe (a Força Aérea Alemã durante a Alemanha nazista) realizou o bombardeio a pedido do General Francisco Franco, que encabeçava uma rebelião militar contra o governo democraticamente eleito da Espanha. Franco procurou a ajuda de Adolf Hitler e de Benito Mussolini, que estavam muito entusiasmados em pôr em prática as modernas técnicas de guerra contra os indefesos cidadãos espanhóis. O ataque contra Guernica foi a primeira vez na história europeia que uma cidade civil foi completamente destruída por um bombardeio aéreo. Apesar de que as casas e as lojas foram destruídas, várias fábricas de armas, uma ponte de importância-chave e as linhas férreas ficaram intactas.
Ativo e lúcido aos 89 anos de idade, Luis Iriondo Aurtenetxea sentou-se junto a mim no escritório da organização Gernika Gogoratuz, que, em basco, significa “Recordar a Guernica”. O basco é um idioma antigo e um elemento fundamental da férrea independência do povo basco, que vive há milhares de anos na região fronteiriça entre a Espanha e a França.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

FILE EM SÃO PAULO.


FILE SP 2012 começa em São Paulo


Teve início, nesta semana, a 13ª edição do maior encontro de arte digital do Brasil, oFestival Internacional de Linguagem Eletrônica – FILE SP 2012. Realizado na Galeria de Arte do SESI-SP, no Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso, o festival acontece até 19 de agosto.
O FILE SP 2012 conta com instalações interativas, games, workshops, animações, música eletrônica e maquinemas (filmes construídos em realidade virtual).
A edição deste ano do festival de animação, FILE Anima+, será apresentada na Galeria de Arte e no Teatro do SESI-SP, no Espaço FIESP, no Museu da Imagem e do Som (MIS) e também em estações do metrô ao longo da Av. Paulista. O festival conta com trabalhos provenientes de parcerias com os maiores festivais de animação do mundo.
Instalação What a Loving, and Beautiful World, do grupo Sisyu+teamLab (Divulgação)
Entre os dias 17 e 20 de julho, o Teatro do SESI-SP recebe as apresentações do Hipersônica Performance, assim como a exibição de animações. Também nesta primeira semana, o FILE SP 2012 traz as programações do FILE Workshop e Symposium, que acontecem na Sala de Ensaio e no Mezanino do SESI-SP.